EXIBINDO 3 RESENHA(S) DA BANDA
Endless Massacre
BANDA: Endless Massacre
ÁLBUM: Endless Massacre III (Compilação)
TRACKS: 23
SELO: Violent Records
Setenta e cinco minutos, vinte e três faixas e vinte bandas de todos os estilos de Metal estão presentes no terceiro volume da compilação Endless Massacre, que já se tornou um referencial para as bandas e publico no sentido de divulgação e qualidade. É comum em todas as coletâneas algumas variações nas gravações de banda para banda, porém mais uma vez na Endless Massacre prevalece boas gravações permitindo que cada banda mostre faixa a faixa suas propostas sonoras sem danos no resultado final do trabalho como um todo.
E para começar esta excelente compilação temos o veterano
Psychotic Eyes (Thrash/Death Metal - São Paulo/SP) apresentando uma faixa de “seu primeiro e excelente álbum uma fusão de influências clássicas, porém mantendo uma sonoridade própria e fazendo prevalecer o verdadeiro sentido do Heavy Metal.
(resenha completa)
Evil Black Embrace (Death Metal - São Vicente/SP) nos apresenta um violento Death Metal com uma sonoridade forte e coesa, resultando em uma sonoridade consistente e realmente poderosa, mostrando ser uma banda com grandes qualidades.
O espanhol
Xerión (Black/Folk Metal - Galícia/Espanha) mostra um Black Metal com influências de Heavy Metal e um teclado sendo componente fundamental para equilibrar a estrutura sonora, acrescentando no resultado final da canção variações de melodia, peso e velocidade.
O paulista
Forbidden Ideas (Death/Grind - São Paulo/SP) participa da compilação com três faixas realmente brutais. Expelindo um inexorável GrindCore com alguns elementos Death Metal que acrescentam uma fúria sonora implacável na sonoridade da banda, que por sinal impressiona muito com sua sonoridade primitiva, mas muito bem elaborada e selvagem.
O Thrash Metal que o
Overlook (Thrash Metal - Curitiba/PR) apresenta na compilação é constituído por mais bases pesadas do que riffs rápidos, mas não pense que é um Thrash Metal do tipo “canguru”, mas sim um som pesado, preparado para você bater cabeça.
Outra banda veterana nesta compilação é o devastador
Infector (Death Metal - Praia Grande/SP) trazendo uma faixa inédita que foi gravada para um split-Cd com a banda norte-americana Dying in Your Beauty Sleep (álbum que será lançado pelo selo Resident Records). O Infector tem um álbum completo que também foi lançado pelo selo Violent Records, o excelente “Insane Deliriums”: “A essência sonora do Infector é Death Metal no sentido exato da palavra, porém a banda coloca na estrutura sonora alguns elementos Grind e a influência Thrash Metal é nítida durante as músicas.”
(resenha completa)
A fúria de blasfêmias sônicas explodem nos riffs de
Opvs Nostri (Black Metal - Cariacica/ES) enquanto maldições são proclamadas em português através de uma estrutura veloz. A banda capixaba nos apresenta um Black Metal raivoso com uma sonoridade retilínea e algumas variações, porém prevalecendo a velocidade infernal guarnecida por um inferna ódio mortal.
E é muito bom ouvir depois longos anos o veterano
Chemical Disaster (Death Metal - Santos/SP) com uma nova canção (Promo Disaster 07’). E posso garantir que a brutalidade sonora continua intensa e soando como uma máquina apocalíptica antecipando através de cataclismos sonoros o emitente final absoluto! Brutal!
(resenha completa do último álbum completo)
O Thrash Metal do
Vetor (Thrash Metal - Praia Grande/SP) traz influências do Thrash Metal Basileiro dos anos 90 com alguns momentos Heavy Metal. A sonoridade é pesada com algumas variações de peso e momentos melódicos, mostrando que a banda não se preocupa em ser definida apenas como Thrash Metal, mas como uma banda que mescla o moderno com o antigo tendo o reforço de melodias.
O Death Metal do
Morfolk (Death Metal - São José dos Campos/SP) foi uma grande surpresa para mim quando explodiu nas caixas de som, pois há muito tempo eu ouço falar desta banda, mas nunca ouvi. Velocidade, peso e medida certa destes elementos nas variações são elementos decisivos para que o potente Death Metal desta banda soe com fúria e precisão.
Chaosmaster (Black/Heavy - Santos/SP) apresenta cover “Go To Hell” (Motorhead) de sua demo “The Dark Angels of Destruction”. “Chaosmaster é Black Metal, mas não pense em um Black Metal cru e visceral... Black Metal pesado que mostra riffs trabalhados e variações entre peso e velocidade, prevalecendo o peso... Esta cover esta muito interessante, pois a banda mantém a estrutura sonora da música ao mesmo tempo que a incorpora no Black Metal que executa”.
(resenha completa)
O Thrash Metal do
Facinora (Thrash/Death Metal - Belo Horizonte/MG) impressiona logo nos primeiros riffs. Com uma estrutura sonora potente e sólida o Thrash Metal do Facínora torna-se um fulminante cataclismo sonoro muito bem elaborado. Riffs furiosos e muitas variações sonoras adicionam no resultado final desta excelente composição uma vontade incontrolável de bater a cabeça. Fodido!
Com influências de Death Metal Tradicional a banda
Across (Death Metal - Dourados/MS) apresenta uma faixa muito mais pesada do que rápida, colocando no peso das bases toda a força da estrutura sonora
Uma instransponível muralha de riffs alicerça os fundamentos da estrutura sonora do
Front Attack Line (Thrash/Death Metal - Santos/SP), mantendo do começo ao fim um Thrash Metal muito bem elaborado com influências Death Metal. Estilhaçadores riffs Thrash Metal impulsionados pela fúria do Death Metal explodem em uma onde de choque avassaladora.
Através de uma sonoridade crua e primitiva o
Gorempire (Death Metal - Cuiabá/MT) causa transtornos físicos irreparáveis através de sua sonoridade caustica e hemorrágica, mantendo a fúria sonora do Death Metal aliado a carnificina sônica do Gore.
Outra banda com letra em português, porém desta vez a blasfêmia cede lugar para o ódio em estado puro que é expelido pelo
Corrosivo (Thrash Metal - Lajeado/RS). Com uma estrutura sonora pesada e linha vocal com influências Death Metal, o Corrosivo fermenta nas entranhas de sua sonoridade pesada, coesa e potente um Thrash Metal que transpira e violência. Mesmo apostando mais no peso do que na velocidade, a banda consegue desenvolver uma sonoridade competente.
Argh! Vísceras em chamas e tímpanos perfurados pela sangrenta sonoridade do
Intestinal Vomit (Death/Splatter - Teresina/PI) mostram que a impiedosa bestialidade sonora desta banda realmente provoca um desmembramento do ouvinte: você destronca o pescoço seguindo a incessante fúria sonora enquanto os riffs causam rupturas mortais nos ouvidos.
Warriors of Metal (Black Metal - Mafra/SC) participa desta compilação com uma faixa que dissolve toda melodia e paz, vociferando odiosas blasfêmias através de seu Black Metal de proporções sônicas devastadoras. “Warriors of Metal tem uma boa fusão de influências, pois a banda consegue captar a fúria impiedosa do Black Metal e unir com influências tipicamente Heavy Metal, abortando um Black Metal cru, veloz e ríspido, mas com algumas variações de peso e velocidade... prevalecendo a bestialidade sonora.”
(resenha completa)
O Thrash Metal do
Pullverizer (Thrash Metal - Mauá/SP) tem uma sonoridade pesada, não apostando em riffs velozes, mas mostrando um som sujo e pesado com muitas variações.
E finalizando a compilação temos o belga
Agathocles (Mince Core - Mol/Bélgica), acredito que é uma banda que dispensa comentários, pois tem uma vasta discografia (com quase 200 lançamentos entre todos os formatos conhecidos) e seu Mince Core está espalhado no mundo todo. Só fica um protesto meu, pois a banda e compilação merecia algumas faixas com uma qualidade melhor, mas valeu o registro da banda.
E aqui finalizamos a resenha desta compilação. A Endless Massacre é uma notável e importante iniciativa que deveria ser copiada em termos de apoio, pois é um tipo de atitude que oferece oportunidade de ouvir e ser ouvido independente do estilo ou influências, prevalecendo o Metal acima de tudo. (Fernando)
BANDA: Endless Massacre
ÁLBUM: Endless Massacre II (Compilação)
TRACKS: 26
SELO: Violent Records
E a compilação Endless Massacre chega ao seu segundo volume, trazendo dezenove bandas em vinte e seis faixas. Escrever uma resenha sobre compilação é um trabalho que requer cuidado e muita destreza... bem, cuidado eu terei, mas destreza é uma faculdade mental que me falta e para não cometer injustiças com nenhuma banda serei cauteloso quanto a minha opinião. A qualidade de gravação varia de banda para banda, mas no geral a qualidade de gravação é muito boa e você consegue ouvir e entender perfeitamente a proposta sonora de cada banda. Em todo caso faça uma busca nas resenhas que você encontrará algumas bandas com trabalhos completos resenhados.
Predatory: Thrash Metal cru e potente, com variações de peso e velocidade e uma forte acentuação Death Metal, porém prevalecendo o Thrash Metal em sua velocidade e rifferama. É uma oportunidade para você procurar mais materiais desta banda.
Chaosmaster: Black Metal com vocal rasgado e riffs ríspidos com nítidas influências Death Metal. Muitas variações sonoras e velocidade em vários níveis, mas sem perder a essência Black Metal, porém adicionando alguns elementos de Death Metal que culminam em brutalidade sonora. Ouvir mais músicas desta banda seria interessante.
March of Hate: Thrash Metal cantado em português. A banda vem com duas faixas muito bem elaboradas. Com uma timbragem suja e pesada a banda mostra boas variações sonoras enquanto acrescenta um pouco de Death Metal na base da sonoridade. O som é versátil e a linha vocal em português está muito bem posicionada.
Austhral: Banda de Black Metal que aposta em uma sonoridade mais limpa e pesada, tendo o teclado como um instrumento fundamental na evolução da estrutura sonora.
Wicked Funeral: Odioso e maldito Death Metal desenvolvido com fúria! Riffs velozes dividem a estrutura sonora com bases potentes, prevalecendo uma brutalidade incessante e solos que perfuram os ouvidos. A maldição sonora clama por mais demências sonoras.
Genocídio: Categorizado como Death Dark Metal... bem, este Genocídio é aquela mesma velha banda de Death Metal, mas está muito diferente na faixa que cedeu para a compilação... quando vi o nome Genocídio eu esperava algo mais Metal e menos outra coisa...
Malkuth: Black Metal como o Black Metal deve ser: veloz, frio e totalmente odioso! A velocidade homicida é uma constante com poucos momentos de peso. Fodido, sendo destinado a pessoas que preferem o tormento sonoro e a rudeza metálica em forma de blasfêmias e ódio.
Sengaya: O excelente Sengaya nos mostra cinco faixas de um potente e raivoso Grind Core. É uma boa banda que vale pena conferir um trabalho completo. Som fodido que perfura os tímpanos sem piedade.
Delicta Carnis: Esta banda nos apresenta uma sonoridade excelente. Peso, velocidade e variações sonoras. Tudo muito bem estruturado através de uma sonoridade Death Black Metal, porém prevalecendo o Death Metal em sua forma mais cru e potente.
Abomydogs: Esta banda é muito legal! Era a última coisa que eu pensaria escutar nesta compilação. A banda tem muita influência de Motorhead. A linha vocal é muito parecida com a do Lemmy. O timbre dos instrumentos também tem muita coisa de Motorhead. As duas faixas desta banda foi uma surpresa agradável. Percebo que a banda preocupa-se em mostrar uma sonoridade mais particular enquanto toca um Heavy Metal... estilo Motorhead. Gostei!
Keophz: Thrash Metal com uma pequena acentuação Death Metal na estrutura sonora, mas sempre soando Thrash Metal. Nesta faixa o Keophz nos apresenta uma sonoridade com momentos de velocidade e muitos riffs, mas momentos pesados acrescentam uma sonoridade mais Death Metal ao som da banda.
Moments of Gore: Duas excelentes faixas nos mostram momentos de desespero sônico! Moments of Gore mostra nestas duas faixas um Death Metal realmente poderoso, com muitas variações sonoras que elevam a sonoridade da banda a um nível muito bom. Som fodido! Que venham mais sons para nosso prazer sádico de torturar tímpanos.
Empire of Souls: Violência sonora em estado puro evoca das trevas um Black Metal maldito... e muito bem feito. Linha vocal gutural contrapondo com um vocal mais gritado em meio a um ataque mássico de riffs potentes e muita velocidade! O inferno em forma de riffs para atormentar sua alma enquanto seus tímpanos sofrem toda forma de maldições sonoras.
Brutal Exuberância: Banda de Thrash Metal cantando em português, mas com uma acentuação Hardcore e uma linha vocal quase gutural. A banda mostra que tem personalidade e conduz muito bem as variações sonoras. Infelizmente o resultado final da gravação não está 100%, mas dá para entender muito bem a proposta a banda... fiquem atentos!
Plague of Astaroth: A única banda gringa da compilação, vindo da Nova Zelândia. Black Metal cru, porém levando a sonoridade mais para o lado pesado. Infelizmente a qualidade sonora não está muito boa e o som está um pouco embolado para entender com certeza a idéia sonora dos caras, mas tudo indica que a banda aposta mais no peso e variações sonoras entre bases.
Hierarchical Punishment: Também é uma boa pedida quando pensamos em Grind Core, pois a banda tem uma sonoridade com elementos Death Metal e muita garra, mostrando um som vertiginoso, bruto e esporrento! Riffs que socam seu queixo são uma realidade na estrutura sonora desta poderosa bandas.
Necropsya: Thrash Metal potente desenvolvido através de timbres sujos que acrescentam uma selvageria insana na estrutura sonora da banda. Necropsya mostra nesta faixa muita desenvoltura e competência. Som fodido, alimentado por uma fúria sonora com o impacto de um arrasa-quarteirão.
Gradus Pentalphae: A banda está indicada como Black Metal, porém encontrei nesta faixa uma banda de Death Metal com fortes influências Thrash Metal, tocando um som com muitas variações sonoras e desenvoltura. Vale a pena conferir, pois a estrutura sonora é muito boa e a banda demonstra competência.
Malefactor: Eu conheço a banda apenas pelo nome, nunca tive a oportunidade de ouvir nenhuma música. E nesta compilação o Malefactor participa com uma fixa do álbum “Centurian” (2006). A banda está categorizada como Death Metal, mas esta faixa não tem uma relação direta (ou indireta) com o estilo, pois o que ouvimos aqui é um Heavy Metal muito bem estruturado, desenvolvendo melodias suaves através de riffs harmoniosos. A banda lembra um pouco o Iron Maiden (lá pelos anos oitenta), porém com muita melodia e um teclado tendo presença fundamental na estrutura sonora.
E aqui finalizamos a resenha desta compilação, que ao meu ver é uma importante iniciativa que tem somente a ajudar bandas e fãs de Metal, pois todas as bandas desta compilação tem seus méritos e através deste álbum você pode correr atrás de mais informações das bandas que você mais gostou. Vale a pena conferir, pois tem som para todos os gostos... principalmente para fãs de brutalidade. E a Endless Massacre III já está em andamento! Interessados, entrem em contato com o selo! Informações completas sobre esta coletânea você encontra no link: http://www.violentrecs.blogspot.com (Fernando)
BANDA: Endless Massacre
ÁLBUM: Endless Massacre I (Compilação)
TRACKS: 20
SELO: Violent Records:
Excelente compilação com dezoito bandas de Thrash Metal, Death Metal, Black Metal e Grind. Todas as bandas são brasileiras, exceto Xerión da Espanha. Esta é a primeira vez que escrevo uma resenha sobre uma compilação. Eu espero conseguir expressar o que cada banda realmente representa, pois há algumas bandas que eu nunca ouvi e a outras que muitos maníacos conhecem, por exemplo: Torture Squad, Vulcano e Chemical Desaster. Como esta compilação tem bandas de quatro estilos sonoros diferentes, decidi que é melhor separar as bandas por estilo e escrever a resenha. O track list completo está abaixo e você encontra todas as informações necessárias no website do selo (o link está em “tormentos”). Começando pelo Grind: Hierarchical Punishment executa um potente Grind com influências Death Metal. Velocidade e peso com excelentes riffs e bases, acrescentando ao som Hierarchical Punishment uma estrutura sonora forte e deversificada. Pubianus excecuta duas faixas de um potente SplatterGrindNoise. Após uma pequena intro o massacre sonoro começa sem piedade! As duas faixas são totalmente agressivas e destruidoras. Sonoridade primitiva, riffs e bases pitorescos e velocidade. Excelente. Falando em agressão... Agressor toca um Thrash Metal muito bem estruturado com fortes riffs e bases. Mudanças tempos e variações sonoras demonstram que Agressor tem qualidade e inspiração. Excelente. Outra banda de Thrash Metal é o Resurrector... esta banda tem muitas influências diferentes, mas acho que Thrash Metal é um estilo um pouco diferente do som que a banda apresenta nesta compilação. A faixa é pesada e tem velocidade, mas também tem algumas influências Góticas no vocal... na seqüência vem o grande Torture Squad. Acho que eu escrever uma resenha sobre o Torture Squad é chover no molhado! Faça uma busca no site e leia as resenhas dos albums do Torture Squad... só para registrar: Torture Squad é uma das melhores bandas Thrash Metal do mundo! Finalizando as bandas Thrash Metal vem o Vetor com riffs excelentes e muitas mudanças de tempos. As são bases pesadas, rápidas e trabalhadas, mas há algumas linhas vocais que não combinam com a proposta sonora da banda. Mas com certeza o Vetor é uma banda que tem um grande futuro e qualidade! Arum inicia os primeiros momentos de sua faixa Black Metal com uma sequência de riffs, mantendo uma excelente sonoridade equilibrada com variações de riffs e bases e excelente qualidade de gravação. Você também encontra uma resenha completa do Arum fazendo uma busca no site. Dark Inquisition inicia sua faixa com uma sonoridade esquisita... algo como uma flauta, porém mal você percebe isto e começa o massacre sonoro! Bestial, intenso e devastador Black Metal. A timbragem do Dark Inquisition nos remete aos primórdios do Metal, isto é, uma sonoridade suja, tosca e caótica. Excelente. Outra banda de Black Metal é o Xérion da Espanha, sendo a única banda estrangeira na coletânea. A banda Espanhola apresenta um som brutal com algumas variações entre peso, velocidade e alguns teclados no meio da faixa. Iniciando a faixa com uma intro chata (eu não sei para que servem, além de entediar o ouvinte) o First Pagan Monarch apresenta uma sonoridade lenta e arrastada. A última banda Black Metal é o Prophetic Age que apresenta um som rápido com muitas variações de tempos e riffs. O teclado em evidência assume, em alguns momentos, um grande destaque junto às guitarras. Com exclente timbragem dos instrumentos e vocal a banda apresenta uma boa sonoridade. Inciando a coletânea com a grito de sirenes que anunciam a devastação da humanidade, uma das lendas do Metal Nacional é devidamente reconhecida por esta posição de destaque. Estou falando do Vulcano. Esta banda nos anos oitenta causou furor entre os bangers da época com o seu álbum Vulcano Live. Acredito que muitos bangers daquela época lembram dos momentos iniciais deste álbum ao vivo. Nesta faixa o Vulcano prevalece com muitas mudanças de tempos e variações de riffs e bases. Fale com os seus amigos ou procure referências desta banda, pois você não vai se arrenpeder. Sodamned vem na seqüência das bandas de Death Black Metal. Eu já fiz uma resenha sobre a demo desta banda e posso garantir que esta banda tem muitas qualidades, embora aqui temos somente uma faixa. O Sodamned aposta em uma sonoridade influenciada por peso, velocidade e muitos riffs. Morbhius já começa sua faixa com um ataque de riffs e bases, que assuem uma estrutura sonora pesada, veloz e destruidora. Infector, com seu massacre sonoro construiudo com peso, velocidade e muitas variações demonstra que possui competência para ser um grande nome do Metal Nacional! A banda já tem o seu debut gravado: é uma questão de tempo para a infecção ser generalizada! Fiquem atentos. Agora temos outra lenda do Metal Nacional: Chemical Desaster. Devastador Death Metal em estado puro! Você pode saber mais desta grande banda lendo a entrevista no PDZ#1 e a resenha do seu último álbum. E fiquem atentos, pois a banda está preparando um novo álbum... eu espero ansioso por isto! Total Insanidade Sonora. Blaster de Aracajú apresenta uma sonoridade formada por bases coesas e riffs intensos mesclados com mudanças de tempos, peso e velocidade, caracterizam uma total insanidade sonora ao som do Blaster. Destroçando cadáveres o Pile of Corpses apresenta um Death Metal excelente com duas faixas. Agressão sonora construída com total insanidade! Bases fortes e velozes, riffs intensos e muita brutalidade! Estas duas faixas são o suficiente para me convencer que Pile of Corpses tem competência e qualidade. E aqui termina a resenha desta excelente compilação e acredito que a missão de Endless Masacre I foi cumprida com louvor, pois deste a escolha das bandas até o produtor final é tudo muito bom e de excelente qualidade. Eu recomendo. (Fernando)
VULCANO - DEATH/BLACK (Santos/SP)
HIERARCHICAL PUNISHMENT – DEATH/GRIND (Santos/SP)
SODAMNED – DEATH/BLACK (Rio do Sul/SC)
AGRESSOR – THRASH METAL (Macaé/RJ)
ARUM – BLACK METAL (São Paulo/SP)
MORBHIUS – DEATH METAL (Santos/SP)
DARK INQUISITION – DEATH/PAGAN/BLACK (São Paulo/SP)
INFECTOR – DEATH/GRIND (Praia Grande/SP)
CHEMICAL DISASTER – DEATH METAL (Santos/SP)
XERIÓN – BLACK/FOLK/PAGAN (Galícia/Espanha)
RESURRECTOR – THRASH METAL (Guarujá/SP)
BLASTER – DEATH METAL (Aracajú/SE)
TORTURE SQUAD – DEATH/THRASH (São Paulo/SP)
FIRST PAGAN MONARCH – DARK/BLACK (Santos/SP)
PILE OF CORPSES – DEATH METAL (São Paulo/SP)
PUBIANUS - GRIND/SPLATTER (Londrina/PR)
VETOR – THRASH/POWER (Praia Grande/SP)
PROPHETIC AGE - BLACK METAL (Mauá/SP)